quinta-feira, 28 de abril de 2011

@minitlc_scrp

Para todos que estão sempre ligados na internet temos uma novidade. Criamos agora o twitter da comunidade Mini TLC de Santa Cruz, onde diariamente deixaremos avisos sobra nossa comunidade e mensagens para refletirmos um pouco durante o nosso dia.
Então, se você já tem o seu twitter não deixe de nos seguir para ficar ligado ainda mais nos acontecimentos de nossa família ;)

Beijos e fiquem com Deus e nossa Mãe Maria.
Comunidade Mini TLC; Cada vez mais, SEMPRE MAIS ALTO!

Ganhadora da Cesta de Páscoa

O número sorteado pelo primeiro premio da loteria federal no dia 23 de abril foi o número 606 e a ganhadora da rifa de uma cesta de páscoa que fizemos para arrecadar dinheiro para o V AFAMC foi Dona Neuza, que comprou a rifa do Cristiano Celoba da Comunidade de Jovens São Benedito.


A comunidade Mini TLC agradece a todos que colaboraram com a rifa tanto vendendo como comprando e pedimos que desde já todos coloquem o V AFAMC em suas orações.
Fiquem com Deus e com Nossa Mãe Maria (:

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Por que Jesus dobrou o lenço?


Muitas pessoas nunca haviam detido a atenção a esse detalhe.
Em João 20:7 - nos diz que o lenço que fora colocado sobre a face de Jesus, não foi apenas deixado de lado, como os lençóis no túmulo. A Bíblia reserva um versículo inteiro para nos dizer que o lenço foi dobrado cuidadosamente e colocado na cabeceira do túmulo de pedra:
"Bem cedo, na manhã de domingo, Maria Madalena foi à tumba e descobriu que a pedra da entrada havia sido removida. Ela correu ao encontro de Simão Pedro e outro discípulo, aquele que Jesus tanto amara {João} e disse-lhe ela: - "Tiraram o corpo do Senhor e eu não sei para onde o levaram." Pedro e o outro discípulo correram ao túmulo para ver. O outro discípulo passou à frente de Pedro e lá chegou primeiro. Ele parou e observou os lençóis, mas ele não entrou no túmulo. Simão Pedro chegou e entrou. Ele também notou os lençóis ali deixados, enquanto que o lenço que cobrira a face de Jesus estava dobrado, e colocado em outro lado."
Isto é importante? Definitivamente sim!
Para poder entender o significado do lenço dobrado se faz necessário que entendamos um pouco a respeito da tradição Hebraica daquela época: O lenço dobrado tem que a ver com o Amo e o Servo, e todo menino Judeu conhecia essa tradição.
Quando o Servo colocava a mesa de jantar para o seu Amo, ele buscava ter certeza em fazê-lo exatamente da maneira que seu Amo queria. A mesa era colocada perfeitamente, e o Servo esperava, fora da visão do Amo, até que o mesmo terminasse a refeição. O Servo não podia se atrever nunca, a tocar na mesa antes que o Amo tivesse terminado a sua refeição.
Diz a tradição que ao terminar a refeição, o Amo se levantava, limpava os dedos, a boca e sua barba, embolava o lenço e o jogava sobre a mesa.
Naquele tempo o lenço embolado queria dizer: "Eu terminei".
No entanto, se o Amo se levantasse e deixasse o lenço dobrado ao lado do prato, o Servo jamais ousaria tocar na mesa porque, o lenço dobrado queria dizer: "Eu voltarei!"


São os obstáculos que nos fazem fortes


Um dia, uma pequena abertura apareceu num casulo; um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.
Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.
Então o homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho, era pequeno e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observá-la, porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e se esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar a tempo. Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar!
O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo pelo qual Deus fazia com que o fluído do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de forma que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.

Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida.
Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar.


terça-feira, 26 de abril de 2011

Convite (:


Vamos nos lembrar que o dinheiro arrecadado no jantar será usado para a realização do TLC e Mini TLC da forania de Santa Cruz Do Rio Pardo, portanto vamos participar e ajudar a divulgar esse evento! Quem for Mini ou TLCista e se interessar em trabalhar no jantar comunique a algum dos membros da coordenação.

Movimento do TLC da Forania de Santa Cruz do Rio Pardo.

Cada vez mais, SEMPRE MAIS ALTO!

domingo, 24 de abril de 2011

Ressurreição, tempo de misericórdia.


O tempo é de ressurreição. Já não podemos mais ouvir os gritos do calvário, o movimento curioso de quem desejava a tragédia , a morte pública e cruel. O que temos é o jardim vistoso sugerindo primaveras. A vida revestida de cores mansas como se uma chuva miúda devolvesse aos poucos o frescor que combina com as manhãs.
O que me instiga em tudo isso é a falta de provas para o fato. O sepulcro estava aberto, vazio. Mas isso não era o suficiente para que a ressurreição fosse proclamada. Alguém poderia ter roubado o corpo. Não faltariam incrédulos para essa suspeita.
A certeza da ressurreição não consiste em provas materiais para o fato. A imposição dessa verdade não passa pela materialidade do mundo, nem tampouco pode ser explicada através das claras regras que foram postuladas por nossa razão cartesiana.
Estamos falando de algo maior, superior. O que despertou o grito da ressurreição foi o encontro dos olhares de quem havia estado com Ele. Foi o momento em que João reconheceu em Pedro a presença do Mestre. Resquícios esquecidos na alma, doação existencial que o configurava de forma renovada, como se tivesse nascido de novo.
"Ele está no meio de nós!" - A voz proclama. Grita o que ainda não compreende. Grita o que intui em mistério, o que descobre aos poucos. A alma reconhece na carne o milagre da continuidade. Os desdobramentos da Eucaristia celebrada dias antes se tornam evidentes. João vê na carne de Pedro a carne de Jesus. É o mesmo sangue, é a comunhão estabelecida. O sangue jorrado na cruz encontrou novas veias e por elas corre.
É o olhar epifânico ardendo como a sarça ardeu diante dos olhos de Moisés. Sarça humana, pupilas dilatas de alegria, incapacitadas de esconderem os olhos que estavam por trás dos olhos de Pedro. Olhos que deixaram de brilhar no calvário, mas que agora são reacendidos nos olhos do amigo que ficou. O apóstolo é a continuidade do Mestre. Simbiose que faz o agir ser o mesmo, como se uma costura atasse a vida de Pedro à vida de Cristo.
É o ser emprestado em sacramento, força que o altar atualiza e que a alma recebe prostrada, generosa. A sobrevivência do Cristo passa pela alma que o aceita. É preciso acolher o dom de ser ressurreto. Passa pela nossa carne esta mística que nunca terá fim. Não aceitá-la é o mesmo que viver a privação da felicidade. Não é possível ser feliz fora desta dinâmica. As religiões nos ensinam. É preciso aprender. O altar estendido é o banquete do encontro. O Cristo sentado à mesa nos ensina de forma simples e duradoura que é preciso crescer na ressurreição. Ele nos dá de comer. "Isto é o meu corpo". Ele nos dá de beber. "Isto é o meu sangue".
É Nele que nos transformamos. Quando por Ele nos decidimos, Dele nos tornamos continuidade. Cada um ao seu modo vive o seu processo. É estrada humana também. Jesus nos ensinou a humanidade antes de nos propor o céu. Por isso o aperfeiçoamento de tudo o que é humano é exercício de santidade. O pecado nos mata, mas a ressurreição nos socorre.
Viver e morrer são dinâmicas inevitáveis. Cada um sabe o tanto que morre. Cada um sabe o tanto que vive. As escolhas estão por toda parte.
Mas o Cristo está diante de nós. Em suas mãos não há outra coisa senão a sua Misericórdia. O motivo de sua morte é o motivo de nossa vida. Ele morreu porque quis nos ensinar que a justiça divina compreende também a sua capacidade de amar. Ele nos deu o direito de sermos íntimos do Pai. Ensinou caminhos simples, diretos, sem rodeios.
Ensinou que podemos ser santos, mesmo sendo proprietários de tantos defeitos. Ensinou que há sempre uma esperança escondida dentro de nós, e que procurar por ela é um jeito bonito que temos de colocar os nossos passos nas marcas de seus pés.
Neste tempo de Ressurreição queiramos a sua misericórdia. (Padre Fábio de Melo)

domingo, 17 de abril de 2011

Pela sua dolorosa paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro!

No dia 15 de abril recebemos em nossa comunidade o casal Ana e Edinho que fizeram de nossa reunião um momento bem diferente e agradável.
Arrumamos a capela com tapetes, deixamos um ambiente bem aconchegante, iluminado por uma luz colocamos no chão um quadro de Jesus misericordioso. Ao entrar na capela Edinho pediu que antes de nos sentarmos no tapete tirássemos os sapatos em uma humilde forma de respeito por estarmos em lugar santo.
Após todos se sentarem começamos a rezar juntos o terço da misericórdia cantado, para nos lembrarmos que foi pela dolorosa paixão de Jesus que recebemos a salvação.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

O olhar de Cristo sob Barrabás


O Ator Pedro Sarubbi, que fez o papel de Barrabás, confessa que se converteu durante a gravação do filme ao olhar para Jesus.
Sarubbi - que deu uma entrevista ao jornal italiano Avvenire – relatou que queria interpretar São Pedro mas o diretor Mel Gibson tinha escolhido os atores baseando-se na semelhança com os personagens retratados nos quadros de Caravaggio e outros pintores.
“Já como Barrabás, Gibson me disse que evitasse olhar para Jim Caviezel – que interpretava Jesus Cristo – até mesmo nos primeiros ensaios da cena em que deveríamos aparecer juntos”. (O Diretor queria captar a reação do personagem quando visse Jesus pela primeira vez como um momento único).
“Barrabás é como um cão feroz – me dizia Gibson–, mas há uma ocasião em que se torna um cachorrinho: ao encontrar-se com o Filho de Deus quando se salva”.
“Quero que seu olhar seja daquele que vê Jesus pela primeira vez”. Fiz como ele me havia dito, e quando nossos olhos se cruzaram senti uma espécie de corrente; era como se olhasse de verdade para Jesus.
“Nunca tinha me acontecido uma coisa parecida em todos os meus anos de carreira”, indicou.
Para Sarubbi, “A Paixão” foi uma experiência não só profissional, mas também, e sobretudo, humana.
“Não me envergonho de dizer que me converti durante a filmagem. Todos nós atores que participamos do filme mudamos um pouco depois dessa experiência, mas eu aprendi muito mais com o filme do que em qualquer conferência”.
O ator lembrou que sua busca espiritual “começou há muitos anos, e me levou a percorrer todo o mundo. Realizei uma longa busca antropológica, como homem e ator. Fui instruído nas artes marciais do mosteiro do Shaolín; permaneci em um mosteiro tibetano durante seis meses com voto de silêncio; pratiquei a meditação na Índia; e vivi na Amazônia. Alcancei a meta final desta busca com Jesus”.

JESUS É A META FINAL!

domingo, 10 de abril de 2011

"A criação geme em dores de parto"


No dia 08 de abril, tivemos a presença da Dani esposa do Alessandro e mãe do lindo Rafael para nos falar um pouco sobre o tema da campanha da fraternidade desse ano que é “Fraternidade e a vida no planeta”e nos fez pensar no significaria a expressão do lema da campanha “A criação geme em dores de parto”.
Nos já estamos cansados de ouvir sobre o aquecimento global, as queimadas, os terremotos, os maremotos e todas as outras tragédias que acontecem diariamente e são retratadas nos jornais. Mas o que nós estamos fazendo para mudar isso? Será que estamos apenas ouvindo isso e achando normal?
Temos que nos lembrar que o que acontece hoje terá uma conseqüência no amanhã. Que mundo deixaremos para nosso filhos? E para nossos netos? E para os nossos bisnetos?
Dani nos dividiu em dois grupos, nos entregou fita crepe, tiras de papel crepom e pediu que em cinco minutos fizéssemos a maior corrente que conseguíssemos. Ao acabar o tempo cada grupo mostrou a sua corrente e Dani explicou que a intenção não era ver qual grupo fazia a corrente maior, mais sim nos mostrar que sozinhos não teríamos conseguido fazer a corrente, portanto precisamos uns dos outros para ter mais força, e que se juntássemos as duas corrente ficaríamos mais fortes ainda.
É claro que sozinhos não conseguiremos mudar todo o mundo, mas ninguém quer que façamos isso. Basta apenas que façamos a nossa parte, que deixemos de jogar o nosso papel no chão, que fechemos a nossa torneira, que não abusemos de nossa energia. Assim, se cada um se preocupar com o seu espaço, todo o mundo ficara melhor.
O mundo em que vivemos esta se tornando cada vez mais egoísta, só se pensa no eu, no Japão por exemplo onde aconteceu aquela terrível tragédia que todos devem ter acompanhado pela TV, vamos parar para pensar: como é aquela pais? Será que eles se preocupam só com o ter? só com o dinheiro? Temos que pensar mais nas pessoas e aprender a ver a necessidade dos outros também e não só a nossa.
Recentemente aconteceu também aquela tragédia na escola do rio de janeiro. Imaginem quantos sonhos foram tirados, quantas famílias destruídas, quantas crianças traumatizadas.
É por tudo isso que a criação geme em dores de parto, não só pelas árvores derrubadas ou pela fúria do mar, mas também por aquilo que o homem faz de ruim para o seu próximo.

Ninguém é uma ilha

Colhemos o que plantamos. Precisamos estar conscientes que tudo o que fazemos tem uma repercussão um dia ou outro.
Mas colhemos também o que não plantamos. Como estamos nessa terra imensa que gira, gira e sempre volta ao mesmo lugar, colhemos o que plantam outras pessoas, feliz e infelizmente.
Colhemos o que plantam nossos filhos, pais, amigos... e a sociedade de forma geral. Todos os caminhos que escolhemos geram mudanças nas vidas de outras pessoas e vice-versa.
Se fôssemos uma ilha, tudo estaria centrado em nós. Teríamos o mundo em volta e sobreviveríamos. Mas não... não somos uma ilha e precisamos uns dos outros.
Uma ilha, por mais bela que seja, isolada no meio de um oceano, sem dar e sem receber, não passa de uma ilha solitária.
Não podemos viver sós, a sós, só pensar em nós. Não fomos feitos pra isso. Precisamos de amor, compreensão, do dar e receber, de mãos estendidas e precisamos compartilhar.
O convívio com outras pessoas é enriquecedor e acontece de ser também cheio de desapontamentos, o que nos faz crer que seria melhor evitar relacionamentos.
Muitas vezes é justamente quando alguma coisa dói em nós que nos sentimos vivos. Percebemos que ainda temos sensibilidade, emoções que se afloram e nos fazem até chorar, mas são elas que dão sentido à nossa vida.
Precisamos sentir a vida e os corações que pulsam dentro dela, provar do amargo e do doce e ter a certeza de não estarmos sós.
A solidariedade é a ponte que vai nos ligando uns aos outros, como uma grande corrente onde mãos se tocam e se sustentam e dizem ao mesmo tempo: "preciso de você" e "pode contar comigo."
Após nos ler o texto “Ninguém é uma ilha” Dani quis deixar forte em nossos corações a mensagem que precisamos um do outro e pediu que nos abraçássemos e disséssemos uns aos outros “preciso de você e você pode contar comigo”.



quarta-feira, 6 de abril de 2011

Viver e ser feliz :)


Hoje compreendi que viver é ser livre, que ter amigos é necessário e que lutar é manter-se vivo. Aprendi que o tempo cura, que a mágoa passa e que a decepção não mata. Aprendi que o hoje é reflexo do ontem, que verdadeiros amigos permanecem e que a dor fortalece. Aprendi que sonhar não é fantasiar. Aprendi que a beleza não está no que vemos, mais sim no que sentimos e que o segredo da vida é viver e ser feliz.

domingo, 3 de abril de 2011

Do que é feita a vida?

"Quando a ultima árvore tiver caido, o ultimo rio secado e o ultimo peixe pescado, vocês entenderão que dinheiro não se come" (Greenpeace)

Campanha da Fraternidade

Na primeira sexta do mês de abril, dia 1, nós ouvimos as palavras do Mini TLCista Daniel que nos explicou e falou um pouco sobre a história da campanha da fraternidade.
A Campanha da Fraternidade é uma campanha realizada anualmente pela Igreja Católica Apostólica Romana no Brasil, sempre no período da Quaresma. Seu objetivo é despertar a solidariedade dos seus fiéis e da sociedade em relação a um problema concreto que envolve a sociedade brasileira, buscando caminhos de solução. A cada ano é escolhido um tema, que define a realidade concreta a ser transformada, e um lema, que explicita em que direção se busca a transformação. A campanha é coordenada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
A Campanha da Fraternidade foi realizada pela primeira vez na quaresma de 1962, em Natal no Rio Grande do Norte, com adesão de outras três Dioceses e apoio financeiro dos Bispos norte-americanos. No ano seguinte, 16 Dioceses do Nordeste realizaram a campanha.
Este projeto foi lançado, em nível nacional, no dia 26 de dezembro de 1962, sob o impulso renovador do espírito do Concílio Vaticano II, em andamento na época, e realizado pela primeira vez na quaresma de1964. Ao longo de quatro anos seguidos, por um período extenso em cada um, os Bispos ficaram hospedados na mesma casa, em Roma, participando das sessões do Concílio e de diversos momentos de reunião, estudo, troca de experiências. Nesse contexto, nasceu e cresceu a Campanha da Fraternidade.
Em 20 de dezembro de 1964, os Bispos aprovaram o fundamento inicial da mesma intitulado: Campanha da Fraternidade - Pontos Fundamentais apreciados pelo Episcopado em Roma. Em 1965, tanto Cáritas quanto Campanha da Fraternidade, que estavam vinculadas ao Secretariado Nacional de Ação Social, foram vinculadas diretamente ao Secretariado Geral da CNBB e ela passou a assumir a CF. Nesta transição, foi estabelecida a estruturação básica da CF. Em 1967, começou a ser redigido um subsídio maior que os anteriores para a organização anual da CF. Nesse mesmo ano iniciaram também os encontros nacionais das Coordenações Nacional e Regionais da CF. A partir de 1971, participam deles também a Presidência e a Comissão Episcopal de Pastoral.
Em 1970, a CF ganhou um especial e significativo apoio: a mensagem do Papa em rádio e televisão em sua abertura, na quarta-feira de cinzas. A mensagem papal continua enriquecendo a abertura da CF.
De 1962 até hoje, a Campanha da Fraternidade é grande instrumento para desenvolver o espírito quaresmal de conversão, renovação interior e ação comunitária como a verdadeira penitência que Deus quer de nós em preparação da Páscoa. É momento de conversão, de prática de gestos concretos de fraternidade, de exercício de pastoral de conjunto em prol da transformação de situações injustas e não cristãs. É precioso meio para a evangelização do tempo quaresmal, retomando a pregação dos profetas confirmada por Cristo, segundo a qual a verdadeira penitência que agrada a Deus é repartir o pão com quem tem fome, dar de vestir ao maltrapilho, libertar os oprimidos, promover a todos.
A Campanha da Fraternidade tornou-se especial manifestação de evangelização libertadora, provocando, ao mesmo tempo, a renovação da vida da Igreja e a transformação da sociedade, a partir de problemas específicos, tratados à luz do Projeto de Deus.